Transtornos

Chuvas que castigam

Moradores das RPAs 1 e 6 querem mais pavimentação para facilitar o escoamento

 

por Adriana Cavalcante | ter, 07/31/2012 - 00:54

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Adriana Souza, 34 anos, é moradora do bairro do Ipsep há pouco mais de dois anos. Nesse espaço de tempo já viveu situações muito complicadas por conta das chuvas e dos alagamentos na área em que mora - a 6ª Região Política Administrativa (RPA6) da cidade do Recife, situada na Zona Sul. A Região é apontada pela pesquisa do Instituto Maurício de Nassau como a segunda onde a população mais sofre com os alagamentos.

A empresária já ficou dias sem a ajuda da empregada doméstica em razão da água que tomou conta da rua Alvorada, onde vive. Uma situação que chegou ao drama físico. "Ela, a Jacira, na época minha empregada doméstica, havia descido do ônibus na avenida Recife e vinha em direção a minha casa, trabalhar. No meio do caminho caiu num buraco, torceu o pé e sofreu alguns ferimentos, exatamente porque a água a impediu de ver o bueiro a sua frente", conta a empresária. 

Para alguns moradores da área, a falta de pavimentação nas vias do bairro provoca o transtorno. A funcionária administrativa do setor do comércio, Tânia Carvalho, 46 anos, que há 11 anos mora no bairro da Imbiribeira também situado na RPA6 é uma das que defende essa tese. "O problema aqui é que muitas ruas não são calçadas, não tem pavimentação. Então, alaga tudo rapidamente e constantemente, basta chover um pouquinho", afirma.

Não por acaso, a empresária fala de um dos temas abordados na pesquisa do Instituto Nacional, onde a RPA6 aparece como a menos satisfeita com o serviço de pavimentação da cidade.

 
 O transtorno é geral. Tânia conta, ainda, que a sogra mora três ruas próximas e, quando chove, a água chega a invadir a casa da mãe do seu marido. "Minha sorte é que moro em apartamento e no primeiro andar, porque meus vizinhos do térreo passam pelo mesmo constrangimentos dos familiares do meu marido", ressalta. 

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